LLM
Modelo treinado para processar e gerar linguagem.
Jenner Jon Fundador da Criativos do Futuro
A ideia é sua. Vamos ampliar o que você consegue fazer com ela.
→ Pra começar, um minuto de vídeo.
Vamos começar.
→ Daqui, a gente vai da ideia à primeira versão.
HOJE, AO VIVO
Eu demonstro. Você acompanha as decisões.
Eu vou fazer. Vocês vão acompanhar as decisões.
→ Antes de começar, eu tenho um presente para vocês.
CRIATIVOS CLUB
30 dias grátis
Mostrar área de membros ↗Demonstração da área · resgate informado separadamente

Vocês ganharam 30 dias grátis para continuar aprendendo no Club.
→ Agora, a resposta curta à pergunta da capa.
Testar ideias mais rápido.
Visualizar possibilidades mais rápido.
Criar variações mais rápido.
Executar ideias mais rápido.
Pronto, gente. Respondi.
→ Só que fazer mais rápido ainda pede uma boa ideia.
E agora:
você é criativo mesmo?
Filmes · vídeos · motion
Carrosséis · posts · stories
Ferramenta disponível não resolve o bloqueio criativo sozinha.
→ Antes de entrar nas ferramentas, deixa eu me apresentar.
Jenner Jon Lopes Jr
Fundador da Criativos do Futuro
Comecei no design aos 16.
Hoje, tenho 28.
Comecei no design aos 16. Hoje, tenho 28.
→ Essa caminhada também passa por educação e marcas.
alunos na Criativos do Futuro
marcas globais atendidas
de experiência em design
Design, marcas e educação fazem parte da minha trajetória.
→ Aqui estão algumas das marcas que já atendi.
Cada marca traz um contexto. A ideia precisa conversar com ele.
→ Agora, um trabalho da nossa equipe para a COP30.
Uma ideia ganha força quando vira uma experiência que a gente consegue ver.
→ Agora, vou mostrar o processo: da ideia até o filme.
Modelo treinado para processar e gerar linguagem.
A conversa pela qual você pede e refina.
Usa modelo e ferramentas para agir por etapas.
Um agente também pode conversar. Um chat também pode usar ferramentas.
Modelo é a base. Chat é a conversa. Agente conduz etapas.
→ Vamos colocar isso numa tarefa da CF.
“Me ajude a criar um roteiro de 30 segundos para a CF.”
Eu discuto ideias e peço os próximos ajustes.
“Pesquise referências, registre as fontes e organize um arquivo para eu revisar.”
Ele pode conduzir a sequência com as ferramentas disponíveis.
EXEMPLO DIDÁTICO · Uma peça para apresentar a CF.
Eu combino a entrega e os limites. Depois confiro o que foi feito.
→ E onde eu encontro esses recursos?
Chat para conversar e desenvolver ideias.
Conversa para explorar, pedir e refinar.
Exemplo de agente para trabalho em várias etapas.
Objetivo + limites + revisão humana. Recursos variam por conta.
Eu escolho o recurso pela tarefa, não só pelo nome do aplicativo.
→ Com isso claro, onde a IA pode entrar na produção?
NA PRODUÇÃO DE CONTEÚDO
Roteiro e pré-visualização
Cortes e legendas
Movimento e ritmo
Sequência e variações
Texto e direção visual
Ganchos e sequências
Da ideia à revisão, a IA pode apoiar várias partes da produção.
→ As possibilidades aumentaram. Mas a referência ainda precisa virar uma escolha sua.
UMA PROVOCAÇÃO SOBRE REPERTÓRIO
Atribuída a Pablo Picasso
Quem vocês acham que disse isso?
→ Vamos olhar o que essa provocação quer dizer.
Repetir a aparência sem entender a essência.
Absorver referências, entender a técnica e dar uma nova intenção.
“Roubar”, no sentido artístico da metáfora.
Uma leitura da frase: repertório, transformação e reconhecimento das fontes.
Eu estudo a escolha por trás da referência e transformo isso numa decisão minha.
→ Vou aplicar isso a um negócio e uma mensagem bem simples.
NegócioUma cafeteria fictícia.
SituaçãoA pausa interrompida pelo trabalho.
MensagemA pausa também depende da atenção.
Antes da ferramenta, eu defino o que essa história quer dizer.
→ Com a mensagem definida, eu escolho um formato.
Conflito situacional
Uma pausa para o café. Uma atenção que não desliga.
Escolhi uma situação simples: fazer uma pausa e continuar trabalhando.
→ Formato escolhido. Agora, roteiro.
Ela saiu para uma pausa. Mas continua trabalhando.
Percebe a interrupção. Vira o celular para baixo.
A pausa também depende da nossa atenção.
Uma estrutura útil. Não uma fórmula obrigatória.
O que aperta? O que muda? O que essa mudança quer dizer?
→ Agora, como eu organizo os avanços e os reveses dessa mudança?
“Agora eu paro.”
Responde mensagens.
O café chega.
Outra notificação.
Vira o celular.
Avanços e reveses mudam a expectativa.
Ela melhora, se distrai de novo e precisa fazer uma escolha.
→ E como eu abro essa história para alguém querer continuar?
Conheça nossa cafeteria.
Ela saiu para uma pausa. Por que continuava trabalhando?
Promessa relevante · curiosidade · conflito
O conteúdo precisa cumprir a abertura.
O hook abre uma pergunta. O conteúdo precisa responder.
→ Com o hook escolhido, eu transformo a história em quadros.
VERSÃO 1 · RASCUNHO DIDÁTICO
Chega aliviada. Abre mensagens de trabalho.
“Ela saiu para uma pausa. Por que continuava trabalhando?”
O café chega. Ela pousa o telefone.
O ambiente assume o som.
Outra notificação. Ela volta ao telefone.
O gesto é interrompido.
Ela hesita, vira o celular e toma o café.
“Um lugar para a sua pausa.”
Storyboard textual · cena fictícia · primeira versão de planejamento
Antes de gerar uma cena, eu preciso saber o que ela conta.
→ Agora, olha o que o enquadramento muda em cada quadro.
Plano aberto: Vemos a cafeteria.
Close no celular: Vemos o que interrompe a pausa.
O enquadramento decide o que o público percebe primeiro.
→ Com a intenção da cena clara, vou mostrar imagem e voz.
Sua imagem. Sua voz. Uso autorizado.
Eu confiro imagem, voz e consistência antes de usar o clone.
→ Quando há fala em quadro, eu confiro o encaixe.
Fala e bocaSons, pausas e movimentos combinam?
EstabilidadeRosto e enquadramento se mantêm?
ExpressãoA intenção aparece no rosto?
Eu olho o começo da fala, as pausas e o final de cada movimento.
→ Com ou sem fala, a sequência precisa contar a ideia.
VERSÃO 2 · ROTEIRO VISUAL INICIAL
Ela se senta aliviada. Abre as mensagens.
“Ela saiu para uma pausa…”
O café chega. Ela pousa o telefone.
“…por que continuava trabalhando?”
Outra notificação interrompe o gesto.
A notificação puxa o corte para o celular.
Ela hesita, vira o celular e toma o café.
O som da cafeteria volta. “Um lugar para a sua pausa.”
Storyboard textual · cena fictícia · primeira versão de planejamento
O corte, o som e a ordem dos planos também contam a história.
→ Com os planos em sequência, eu consigo revisar as escolhas.
ClarezaA cena sustenta a ideia?
RitmoA sequência avança sem repetir?
CoerênciaA história cumpre o hook?
Eu mudo uma coisa e comparo o que essa escolha fez.
→ Vamos olhar o que mudou entre as versões.
EnquadramentoA atenção da personagem fica legível.
RitmoO segundo revés interrompe o respiro.
FechamentoA escolha cumpre o hook.
A revisão fica mais útil quando eu consigo explicar o porquê.
→ Esse ciclo também está mudando a forma de criar ferramentas.
13 apps gratuitos, escritos em Rust.

Além de usar ferramentas, a gente está vendo novas formas de construí-las.
→ O mais interessante aqui é o processo.
SEGUNDO A DOCUMENTAÇÃO DO PROJETO
Definir o alvoEspecificações e comportamento observado.
Dividir o trabalhoAgentes de IA em módulos paralelos.
Testar e compararArquivos reais e validação contra o original.
Definir o alvo. Dividir o trabalho. Testar o que foi construído.
→ E esse poder de criar traz uma pergunta sobre o trabalho de quem veio antes.

Consentimento, remuneração e crédito precisam entrar na conversa.
→ E na peça que eu publico: o público entende o que está vendo?
Ficção ou experiência real?
Imagem autorizada? Promessa comprovável?
Publicidade identificável. Alegações sustentadas. Direitos respeitados.
Quem vê precisa entender o que é ficção, síntese ou experiência real.
→ Essa responsabilidade é uma parte da direção que continua comigo.

A IA não tira de mim a responsabilidade pelas escolhas.
→ É por isso que, na minha visão, mostrar o processo ganha importância.
TENDÊNCIAS · VISÃO DO JENNER
Mostrar o processo.
Treinar o senso crítico.
Ampliar repertório.
Resultado → bastidores → leitura das escolhas
Na minha visão, mostrar as escolhas também é conteúdo.
→ Vamos ver o filme e depois o que existe por trás.
Primeiro, a vinheta.
Qual detalhe te chamou atenção?
Antes de tentar adivinhar a técnica, olha o que a imagem te faz perceber.
→ Agora, vamos abrir os bastidores.
Vidro real. Capturado em câmera.
Que decisão do processo vale mostrar?
O vidro, a luz e a captura fazem parte da linguagem.
→ Agora, outro caminho da Apple: stop motion.
The Mighty Mac mini
43 segundos · filme completo
Olha como escala, personagens e transformação dão presença ao pequeno.
→ Agora, o trabalho quadro a quadro.
Stop motion e modelos físicos.
53 segundos · making of completo
Uma transformação na tela começa em várias pequenas decisões.
→ Da transformação física ao mundo da Coinbase.
Your Way Out
Grand Prix Film Craft · Cannes Lions 2026
Que sensação esse mundo cria? Que argumento a marca está construindo?
→ Vamos comparar essa leitura com os bastidores.
Cenários, máscaras, figurinos e atores.
Produção física, com VFX e IA complementares.
A escolha dos recursos precisa servir à intenção do filme.
→ Depois desses bastidores, vamos guardar o processo em cinco perguntas.
Para quem?
Qual formato?
Qual conflito e mudança?
Qual hook?
O conteúdo cumpre a promessa?
Essas perguntas me ajudam a decidir o que fica e o que sai.
→ Para fechar, o que eu quero que vocês levem daqui?
Continue testando e trocando no Creative Club.
30 dias gratuitos para participantes desta oficina.
JENNER JON
CRIATIVOS DO FUTURO
Escolher, testar e revisar: esse processo continua no próximo trabalho.
→ Agora, vamos às perguntas.
A IA sugere caminhos. Eu escolho quais fazem sentido.
→ Volto ao roteiro principal e sigo o processo.
Podemos atribuir novos significados.
E escolher como responder.
Nem tudo está no meu controle. Posso trabalhar o sentido e a minha resposta.
→ Volto ao roteiro principal e sigo o processo.
O pedido precisa dar direção.
758 profissionais: o efeito da IA mudou conforme a tarefa.
Um pedido melhor começa com uma intenção mais clara.
→ Volto ao roteiro principal e sigo o processo.
Descansar. Explorar. Estudar.
Em tarefas de escrita: 40% menos tempo, em média.453 profissionais · tarefas curtas de escrita · 2023
O tempo que eu ganho também vira uma escolha minha.
→ Volto ao roteiro principal e sigo o processo.
Há cursos e tutoriais oficiais gratuitos para começar.
Minha provocação é: aprender a buscar, testar e conferir por conta própria.
→ Volto ao roteiro principal e sigo o processo.
Custo de inferência caiu mais de 280× entre 2022 e 2024.**Patamar de desempenho equivalente ao GPT-3.5; não é preço de assinatura.
Eu preciso olhar o custo da tarefa inteira, não só da assinatura.
→ Volto ao roteiro principal e sigo o processo.
Onde essa pessoa está?
Por que ela pararia pra olhar?
Método: público e objetivo orientam a escolha do canal.
A mesma ideia muda quando eu penso em quem vai receber.
→ Volto ao roteiro principal e sigo o processo.
FORMATOS DA INTERNET / 01
Duas situações ficam lado a lado: erro/acerto, antes/depois ou pessoas.
Exemplo original ↗Aqui, a imagem de apoio ajuda a explicar o que eu estou dizendo.
→ Escolho um caminho e volto para o roteiro.
FORMATOS DA INTERNET / 02
Posso contar pela voz, pelas cenas e pelo processo que eu mostro.
→ Um exemplo basta para voltar à nossa escolha.
FORMATOS DA INTERNET / 03
Uma pergunta na tela abre espaço para resposta e debate.
Exemplo original ↗A minha presença e o jeito de conversar também constroem o formato.
→ O formato precisa servir ao que eu quero dizer.
FORMATOS DA INTERNET / 04
Perguntas e interações com pessoas, registrando reações espontâneas.
Exemplo original ↗Uma situação encenada pode tornar a ideia fácil de reconhecer.
→ É desse conflito que eu vou partir no roteiro.
FORMATOS COM IA / 01
Um vídeo-base da pessoa vira novos vídeos com IA.
Take real + IA.
Posso partir de uma pessoa real ou combinar gravação e IA.
→ Comparo a intenção e volto ao formato escolhido.
FORMATOS COM IA / 02
Apresentador, influenciador virtual ou personagem de marca gerado por IA.
O creator grava. A IA muda o cenário.
Personagem e cenário são escolhas diferentes na produção.
→ O próximo passo continua sendo dar direção ao roteiro.
FORMATOS COM IA / 03
Produto, ambiente e movimento gerados por IA.
Narrador + cenas geradas por IA.
Produto, cenas e narração podem se combinar de jeitos diferentes.
→ Escolho a combinação que ajuda a história.
FORMATOS COM IA / 04
Exemplo com vídeo e storyboard.
Exemplo de mini film do material do Jenner.
Antes do movimento, eu organizo o que cada cena precisa contar.
→ Volto à escolha do formato e sigo para o roteiro.