OFICINA / CRIAR COM IA · JENNER JONCRIATIVOS DO FUTURO
Cola ↗
Criativos do FuturoABERTURA

Jenner Jon Fundador da Criativos do Futuro

A ideia é sua. Vamos ampliar o que você consegue fazer com ela.

Pra começar, um minuto de vídeo.

ABERTURA / CRIATIVOS DO FUTUROEstrutura da oficina · cons. out. 202601 / 42
CRIATIVOS DO FUTURO / 57 TELAS

O caminho da oficina.

42 telas no roteiro essencial. As outras 15 são consulta, fora do avanço automático. Use as setas para navegar, F para apresentar e N para consultar notas. Os vídeos só carregam quando você clicar; os links oficiais continuam disponíveis como alternativa.

GUIA DO APRESENTADOR

O roteiro de 90 minutos.

90 minutos · demonstração de Jenner

Guia de condução do apresentador. O tempo é uma referência, sem cronômetro automático.

000–5.0 min

Abertura

Apresente a promessa, anuncie o presente sem virar uma visita longa e chegue à provocação.

5.0–12.0 min

Minha história e um trabalho real

Nome, trajetória, marcas e COP30. O filme abre a pergunta: como uma ideia chega até aqui?

12.0–16.0 min

Entender a IA

Modelo, chat e agente. Depois, uma visão concreta das etapas de produção.

16.0–28.0 min

Escolher a história

Repertório → negócio e mensagem → um formato → conflito/mudança/significado → W → hook.

28.0–62.0 min

Ver o processo acontecer

Storyboards 7; enquadramento 1; clone 8; lipsync 7; montagem 7; revisão 2; comparação 2. Identifique arquivos preparados; a turma acompanha.

62.0–69.0 min

Processo e responsabilidade

ArtCraft aplica objetivo, divisão e teste à criação de ferramentas. Depois, autoria, consentimento e responsabilidade.

69.0–79.0 min

Tendências e bastidores

Visão de Jenner 1; Apple TV 2min30; Mac mini 3; Coinbase 3min30. Filme → making of → escolhas. Use os trechos previstos.

79.0–81.0 min

Síntese e encerramento

Recapitule cinco perguntas. Retome o presente de 30 dias e abra para perguntas.

081–087 min

Perguntas finais

Responder às dúvidas do processo; nenhum exercício para a turma.

087–090 min

Margem de condução

Transições, troca de arquivos e dúvidas mais longas. Não gastar a margem navegando no catálogo.

PARA REVISAR ANTES DA OFICINA

Estes pontos ainda precisam de confirmação. Ficam no Guia, fora das telas projetadas.

Demonstração do clone

Confirmar ferramenta, base de imagem/voz autorizada e resultado de reserva. O roteiro está preparado; os arquivos da demo ainda não foram fornecidos.

Telas 24

Demonstração de lipsync

Confirmar ferramenta, áudio e clipe; revisar fala/boca, estabilidade e expressão.

Telas 25

Montagem do filme

Confirmar editor e arquivos reais, além de exportação de reserva. A cafeteria continua sendo um exemplo textual fictício; não há filme gerado entregue nesta revisão.

Telas 26

INCLUIR+ · arquivo original

O storyboard foi inspecionado e o link inteiro está na tela. Falta validar a reprodução da animação final e ensaiar o acesso na conta do evento.

Telas 22

Club · área de membros e resgate

O link exato da área de membros foi fornecido por Jenner. Ensaiar a demonstração na conta do apresentador; confirmar separadamente o resgate dos 30 dias grátis e testar o QR original no celular. Conferir a grafia do nome comercial.

Telas 4, 42

Ensaio dos vídeos

Testar áudio e acesso aos destinos externos na conta do evento. COP30 cabe inteiro em 4min30; Apple TV e Coinbase usam trechos; Mac mini usa 43s + 53s.

Telas 2, 10, 35, 36, 37, 38, 39, 40

ANTES DE COMEÇAR

  • Testar tela, áudio, fontes e links dos cases antes da apresentação.
  • Preparar ferramentas, arquivos e estados de exemplo das demonstrações de clone, lipsync e montagem. Os nomes das ferramentas ainda precisam ser informados por Jenner.
  • Abrir o storyboard INCLUIR+ pelo link original da tela 22 e escolher os quadros a comentar; a animação final ainda precisa de reprodução verificada.
  • A sequência de cafeteria é fictícia e pode ser explicada integralmente pelas telas de roteiro visual, sem simular geração.
  • Não pedir instalação, conta, produção ou envio da turma.
  • O Site permanece público. O fluxo de acesso ao Club deve ser o confirmado por Jenner.
  • Deixar os trechos de filmes e making ofs prontos para alternar. Resultado primeiro, bastidor depois, breve leitura por último; não depender de buscar o ponto ao vivo.
  • Abra a apresentação no computador e /apresentador no iPad. A navegação é manual e independente; ensaie como passar a cola entre os blocos.
  • Prepare o Plano B da demo antes de começar: bases autorizadas, clipes, áudio e sequência exportada. Esses arquivos ainda não foram fornecidos nesta revisão.

COM A TURMA ACOMPANHANDO

  • A turma acompanha a projeção ou consulta o Site no celular. Não há exercício individual.
  • Os prints do catálogo ampliam ao toque e preservam links originais.
  • Descrever em voz alta cada decisão para que a explicação não dependa só da imagem.

CONDUÇÃO E TEMPO

  • Caminho essencial: 42 telas em 81 minutos. Depois, 6 minutos de perguntas e 3 de margem. Os 15 conteúdos de consulta não entram no avanço automático.
  • Abertura 5; história e COP30 7; entender IA 4; decisões 12; demonstração 34; processo/responsabilidade 7; cases 10; síntese 2.
  • A área de membros tem até 2 minutos junto do anúncio. Deixe a conta aberta antes; se houver login ou falha, siga o roteiro.
  • A demonstração de 34 minutos é uma janela de condução, não um tempo garantido de renderização. Prepare entradas, resultados intermediários e exportação para usar se a geração demorar.
  • Se abrir consulta, substitua parte da explicação. Não percorra todo o catálogo de formatos.
  • Nos cases: Apple TV 2min30, Mac mini 3min, Coinbase 3min30. Mac mini permite 43s + 53s completos. Nos demais, use os trechos previstos.

EXTRAS OPCIONAIS

Aplicativos reais do Jenner

Se a turma precisar de um exemplo concreto de protótipo; mostrar apenas aplicativos já preparados.

Mudança nas tarefas e no trabalho

Se o público trouxer a preocupação. Reconhecer a dificuldade sem prever o destino de profissões.

Vivência, território e linguagem própria

Para aprofundar a conversa sobre repertório, sem abrir outro bloco.

Estrutura de storytelling

Se a turma trabalha com vídeo e quiser aprofundar a mesma ideia.

Do conteúdo ao roteiro

Como extensão opcional da mesma peça, sem criar outra demonstração obrigatória.

Vídeo de Neymar criado com IA

Somente se a discussão pedir esse caso e o vídeo correto estiver confirmado e disponível.

Nerd Soul AI · Vídeo de Neymar em diferentes idades ↗Itatiaia · Neymar reage ao vídeo criado por IA ↗

Gosto, contexto e resposta do público

Se houver discordância de gosto; não transformar alcance em prova de qualidade ou de ética.

Yang Mun: personagem e autoridade

Se surgir uma pergunta sobre influenciadores sintéticos ou autoridade. Apresentar como personagem de IA, sem acusação não demonstrada.

Shalev Hani · Declaração sobre a criação de Yang Mun ↗HeyGen · Estudo de caso Yang Mun ↗

LTV e métricas de negócio

Somente se houver pergunta relacionada a um negócio concreto.

TELAS DE APOIO · FORA DA ROTA DE 90 MINUTOS

Conteúdo preservado para perguntas. Use por substituição, sem somar uma nova exposição ao roteiro.

Criar ficou mais acessível.

Texto de apoio

Uma peça. Um protótipo. Uma automação.

A intenção e a revisão continuam no trabalho.

Notas e limites

Papel desta tela: Situar a mudança de produção em uma tela, sem desviar para tendências de emprego ou planos.

A IA tornou várias tarefas e experiências de produção mais acessíveis. Isso permite testar ideias que antes exigiam mais recursos. A oficina vai explorar uma peça pequena e concreta.

Um protótipo ainda precisa de teste, cuidado e manutenção para se tornar um produto. A técnica continua útil; não afirmar que qualquer pessoa replica qualquer software com facilidade.

Perguntar rapidamente quem já usa ChatGPT, Claude ou Gemini e em qual tarefa. A resposta ajuda a escolher a forma de demonstrar, sem abrir uma comparação extensa de planos.

Jenner demonstra a decisão e explica o raciocínio; a turma acompanha, sem produção ou entrega.

Evidência e contexto: Há plano gratuito de assistente de IA acessível pelo celular, com limites de uso.

Transição: Uma mudança importante é que algumas ferramentas trabalham com você em etapas.

Atenção: Rever disponibilidade antes do evento. Gratuidade não elimina conexão, aparelho, repertório e revisão.

EXTRA OPCIONAL · Comparação de ferramentas e planos

Somente se houver pergunta sobre escolha ou recursos de uma conta.

ChatGPT, Claude e Gemini podem ajudar com escrita, análise e outras tarefas, mas não são produtos idênticos. Uma distinção didática para a demonstração: conversa para pensar; ChatGPT Work e a experiência de Cowork/Claude para executar tarefas; Codex e Claude Code para software; dot para acompanhar responsabilidades contínuas. São experiências de produto, não quatro modelos concorrentes.

Claude é a grafia correta. No Google, o assistente aqui é Gemini. Não chamar de Google Omni, nem afirmar que toda assinatura de armazenamento do Drive inclui um plano de IA.

Mostrar a interface disponível na conta da apresentação. Não fixar nomes de modelos, preços ou supostas vantagens que não estejam verificados no dia.

A Anthropic anunciou em 16/09/2026 a união de Cowork e chat, com implantação gradual começando em Pro e Max. Conferir a interface que está na conta: Cowork não precisa aparecer como uma aba separada. No Google, conferir o plano e os recursos incluídos; armazenamento Google One não implica acesso ao pacote avançado de IA.

Atenção: Aplicar as diferenças verificadas no relatório de ferramentas; não afirmar equivalência geral entre produtos.

Não somar à agenda. Usar apenas como substituição de um aprofundamento equivalente ou resposta breve; manter 90 minutos no total.

EXTRA OPCIONAL · Aplicativos reais do Jenner

Se a turma precisar de um exemplo concreto de protótipo; mostrar apenas aplicativos já preparados.

Mostrar os produtos que eu de fato construí, conforme os meus relatos: a comunidade Criativos do Futuro, com troca e oportunidades, e o Apps Tracker. Explicar qual problema motivou cada um e mostrar apenas funcionalidades reais.

É uma conversa sobre experimentar soluções úteis. Não atribuir números de usuários, receita, desempenho ou recursos que não tenham sido apresentados.

Um jogo ou protótipo só entra se houver um exemplo real pronto para mostrar. Não precisamos improvisar uma promessa de software completo no palco.

Atenção: Links e telas dos aplicativos dependem de confirmação do Jenner.

Atenção: Não comparar com um produto da G4 que não foi identificado.

Não somar à agenda. Usar apenas como substituição de um aprofundamento equivalente ou resposta breve; manter 90 minutos no total.

EXTRA OPCIONAL · Mudança nas tarefas e no trabalho

Se o público trouxer a preocupação. Reconhecer a dificuldade sem prever o destino de profissões.

Usar legendagem como exemplo de transformação: ferramentas automatizam boa parte da transcrição e da sincronização; revisão, acessibilidade, tradução, contexto e qualidade continuam podendo exigir trabalho especializado.

Executar algo genérico tende a enfrentar mais comparação com saídas automáticas. Isso não permite prever o destino de todo profissional. A pergunta útil é: onde está o valor que eu entrego, além de apertar os botões?

Reconhecer que transições podem ser difíceis. Evitar dizer que as pessoas precisam simplesmente aceitar tudo ou que ser contrário a um uso específico de IA é ser contrário a qualquer tecnologia.

Não somar à agenda. Usar apenas como substituição de um aprofundamento equivalente ou resposta breve; manter 90 minutos no total.

Há plano gratuito de assistente de IA acessível pelo celular, com limites de uso.

OpenAI · Planos e uso do ChatGPT ↗Anthropic · Cowork is now Claude ↗Anthropic, planos e preços do Claude ↗
O agente trabalha em etapas.

Texto de apoio

Você explica o objetivo e define os limites.

Acompanha o processo. Revisa a entrega.

Notas e limites

Papel desta tela: Dar uma explicação operacional curta de agentes, ligada à demonstração seguinte.

Mostrar a experiência que está realmente disponível na conta: explicar uma demanda, permitir que a ferramenta organize etapas e revisar a entrega. Agentes podem errar, pedir dados ou aprovação e encontrar bloqueios.

Não gastar a rota principal com nomes de modelos, preços ou diferenças entre assinaturas. Se a conta permite dot, apresentá-lo como a experiência em uso, sem prometer acesso idêntico a todos.

Usar uma conversa limpa, sem dados privados, e não publicar, enviar mensagens, contratar serviços ou alterar contas durante a demonstração.

Demonstrar apenas funções realmente presentes na conta. Definir limites, acompanhar pontos críticos e revisar a entrega. A definição é técnica; não promete autonomia perfeita nem disponibilidade de dot para todos.

Evidência e contexto: Agentes podem escolher etapas e usar ferramentas para buscar um objetivo; a autonomia pede limites e verificação.

Transição: Vamos observar o briefing da demonstração.

Atenção: Não prometer disponibilidade geral de dot; demonstrar apenas o que estiver na conta.

Atenção: Remover a frase temporal “isso não existia há um mês” e qualquer equiparação não verificada de nomes comerciais.

Atenção: Não enviar, publicar, comprar ou expor dados privados durante a demonstração.

Agentes podem escolher etapas e usar ferramentas para buscar um objetivo; a autonomia pede limites e verificação.

OpenAI · Dots ↗OpenAI · Novidades do DevDay 2026 ↗Anthropic · Cowork is now Claude ↗Anthropic, Building effective agents ↗
Quanto contexto você está dando?

Texto de apoio

O que criar. Pra quem. Com quais limites.

Uma cafeteria fictícia como exemplo.

Notas e limites

Papel desta tela: Demonstrar como explicar a tarefa da demonstração sem prometer um resultado automático.

Apoio conceitual para a demonstração da cafeteria fictícia. Jenner conduz as escolhas, explica o objetivo e revisa o resultado; a turma acompanha.

Não pedir produção em dupla, instalação, envio ou publicação. Não inventar dados reais do negócio.

Usar esta tela apenas se ajudar a esclarecer uma pergunta, por substituição ao roteiro previsto.

Transição: Antes de pedir a primeira versão, vamos decidir o que essa peça precisa provocar.

Anthropic, Effective context engineering for AI agents ↗
O que você quer provocar?

Texto de apoio

O que a pessoa deve pensar, sentir ou fazer?

Notas e limites

Papel desta tela: Fixar a intenção que será usada como critério durante todas as revisões.

Apoio conceitual para a demonstração da cafeteria fictícia. Jenner conduz as escolhas, explica o objetivo e revisa o resultado; a turma acompanha.

Não pedir produção em dupla, instalação, envio ou publicação. Não inventar dados reais do negócio.

Usar esta tela apenas se ajudar a esclarecer uma pergunta, por substituição ao roteiro previsto.

Transição: Com essa intenção, a gente já pode escrever um briefing que ajude a escolher.

Atenção: Intenção declarada não comprova o efeito da comunicação.

Framework for Innovation ↗
Bonito pra quem? Bom pra quê?

Texto de apoio

Na comunicação, a escolha responde a um objetivo.

Notas e limites

Papel desta tela: Distinguir preferência pessoal de adequação ao briefing antes da análise das peças.

Arte e publicidade podem se encontrar. A expressão autoral pode ser central em uma obra; numa peça de comunicação, há também um objetivo, um público, uma marca e restrições que precisam orientar as escolhas.

A publicidade não perde toda a subjetividade. O que muda é que podemos discutir critérios compartilhados: está claro? É pertinente para esse público? É coerente com a marca? Cumpre a intenção?

Uma estética de que eu gosto pode não funcionar neste contexto. E uma estética que não é a minha favorita pode ser a decisão certa para um trabalho.

“Eu gosto” abre a conversa. Em seguida, pergunte o que a escolha ajuda a comunicar para este público. Nenhuma preferência da turma prova desempenho no mercado.

Evidência e contexto: O Service Manual orienta observar se o usuário consegue alcançar um resultado, além de registrar preferências.

Transição: Vamos transformar esse objetivo em coisas que você consegue observar na peça.

Atenção: Transferência didática de pesquisa de serviços para comunicação visual.

O Service Manual orienta observar se o usuário consegue alcançar um resultado, além de registrar preferências.

User research for government services: an introduction ↗
A direção vira escolha.

Texto de apoio

O que aparece primeiro?

O que precisa ganhar ou perder espaço?

Notas e limites

Papel desta tela: Transformar a referência escolhida numa intervenção concreta na mesma peça.

Apoio conceitual para a demonstração da cafeteria fictícia. Jenner conduz as escolhas, explica o objetivo e revisa o resultado; a turma acompanha.

Não pedir produção em dupla, instalação, envio ou publicação. Não inventar dados reais do negócio.

Usar esta tela apenas se ajudar a esclarecer uma pergunta, por substituição ao roteiro previsto.

Transição: Você pode explicar essa decisão para a IA e pedir ajuda para executá-la.

Atenção: A escolha precisa ser conferida no contexto. Não importar medidas em pixels de interfaces para cartaz ou projeção.

Typography: Overview ↗
Construa o prompt na conversa.

Texto de apoio

Diga o que quer melhorar e por quê.

Peça uma revisão com esse critério.

Notas e limites

Papel desta tela: Fazer a ferramenta receber uma decisão criativa concreta, em vez de apenas pedir algo melhor.

Apoio conceitual para a demonstração da cafeteria fictícia. Jenner conduz as escolhas, explica o objetivo e revisa o resultado; a turma acompanha.

Não pedir produção em dupla, instalação, envio ou publicação. Não inventar dados reais do negócio.

Usar esta tela apenas se ajudar a esclarecer uma pergunta, por substituição ao roteiro previsto.

Transição: Vamos aplicar a melhoria e guardar a segunda versão.

Atenção: O protocolo de feedback não testou prompts. Não citá-lo como prova de superioridade de uma ferramenta ou técnica de prompting.

Nubank · Pix com IA no app e WhatsApp ↗Ladder of Feedback ↗Anthropic, Effective context engineering for AI agents ↗
A ideia precisa chegar.

Texto de apoio

O que a pessoa entende?

O que faz ela querer saber mais?

Notas e limites

Papel desta tela: Conectar mensagem e storytelling à mesma peça, sem abrir um segundo projeto.

Apoio conceitual para a demonstração da cafeteria fictícia. Jenner conduz as escolhas, explica o objetivo e revisa o resultado; a turma acompanha.

Não pedir produção em dupla, instalação, envio ou publicação. Não inventar dados reais do negócio.

Usar esta tela apenas se ajudar a esclarecer uma pergunta, por substituição ao roteiro previsto.

Transição: Isso ajuda a entender por que algumas histórias ficam com a gente.

Atenção: Explicar a ideia sem o visual não avalia a peça completa. Uma dupla não constitui amostra representativa nem validação comercial.

User research for government services: an introduction ↗
O que te emociona numa história?

Texto de apoio

Lembra de um filme, desenho ou vídeo que ficou com você.

Notas e limites

Papel desta tela: Reconhecer que mensagem e linguagem participam da emoção antes de analisar os cases.

Eu posso me emocionar com um desenho, um filme ou uma imagem gerada. Minha experiência com Toy Story é um jeito de tornar essa ideia simples: eu me emocionei, mesmo sabendo que aquilo era animação.

A emoção pode vir da história, das memórias, da música, do ritmo, da imagem e do contexto de quem assiste. Não precisamos escolher entre mensagem e estética: a forma também participa do que sentimos.

Usar como opinião pessoal a ideia de que a intenção e a mensagem merecem ocupar o centro das escolhas. Não afirmar que uma boa mensagem funciona com qualquer execução.

Manter a lembrança pessoal de Toy Story. Se precisar de apoio, a Disney registra Pete Docter enfatizando história e personagens ao lado da inovação técnica. Perguntar à sala o que participou da emoção: personagem, ritmo, música, imagem ou memória. A pergunta admite respostas diferentes.

Evidência e contexto: Toy Story é exemplo documentado de integração entre tecnologia e narrativa; a emoção pessoal do Jenner é relato dele, não dado a ser provado.

Transição: A gente também pode se interessar pelo modo como essa história foi construída.

EXTRA OPCIONAL · Vídeo de Neymar criado com IA

Somente se a discussão pedir esse caso e o vídeo correto estiver confirmado e disponível.

O caso descrito corresponde provavelmente ao vídeo da Nerd Soul AI em que versões de Neymar de idades diferentes conversam sobre a Copa de 2030. O permalink do post original foi recuperado em coberturas jornalísticas, mas a reprodução direta não foi confirmada na checagem. Conferir que é o vídeo pretendido antes da oficina. Primeiro pedir que o público perceba a história, depois conversar sobre o uso de IA.

Perguntar: o que você entendeu? O que a cena mobiliza? Qual papel têm a montagem, a trilha e a aparência? Dar espaço também para quem não se emocionou.

Não apresentar a cifra de 600 milhões de visualizações sem comprovação da métrica e da data. Não atribuir ao Gregório Duvivier uma fala ou intenção que não foi verificada; o argumento não precisa de uma disputa pessoal.

Atenção: Omitir número de views e a controvérsia atribuída ao Gregório.

Atenção: Não confundir identificação com consentimento; tratar uso de imagem na conversa de ética.

Atenção: Caso identificado como provável. Não atribuir o vídeo a uma pessoa física sem confirmação do original; não anunciar audiência atual.

Não somar à agenda. Usar apenas como substituição de um aprofundamento equivalente ou resposta breve; manter 90 minutos no total.

EXTRA OPCIONAL · Gosto, contexto e resposta do público

Se houver discordância de gosto; não transformar alcance em prova de qualidade ou de ética.

Eu posso não gostar de uma linguagem e ainda reconhecer que ela faz sentido para determinado público. Também posso reconhecer alcance sem concluir que tudo é bom, ético ou bem resolvido.

A analogia com “photoshopado” e “cara de IA” pode ajudar: às vezes a técnica chama mais atenção que a intenção; outras vezes essa presença é uma escolha estética. Avaliar o trabalho no contexto, sem reduzir tudo ao nome da ferramenta.

Evitar histórias gerais de que toda nova tecnologia foi rejeitada da mesma maneira ou que qualquer crítica será superada. Há críticas estéticas, sociais, autorais e éticas que merecem ser examinadas.

Não somar à agenda. Usar apenas como substituição de um aprofundamento equivalente ou resposta breve; manter 90 minutos no total.

Toy Story é exemplo documentado de integração entre tecnologia e narrativa; a emoção pessoal do Jenner é relato dele, não dado a ser provado.

How Toy Story Changed Pixar — and Animation ↗
O processo também conta uma história.

Texto de apoio

Veja o filme. Imagine como foi feito.

Depois, compare com os bastidores.

Notas e limites

Papel desta tela: Dar o método único de leitura dos dois cases principais.

Usar dois cases na rota principal: Apple TV e Coinbase. Em cada um, mostrar o filme, perguntar como foi feito, revelar o bastidor e extrair um aprendizado aplicável à peça demonstrada.

O ponto não é premiar uma técnica ou provar que não houve IA. É perceber escolhas de mensagem, linguagem e produção.

Os links de bastidor só entram depois da pergunta. Se um player não funcionar, usar o link oficial de origem ou resumir apenas o processo documentado; não improvisar uma reconstrução como se fosse o original.

Usar o mesmo método nos dois cases: observar o resultado, formular hipótese, conferir o processo documentado e transferir uma decisão para a peça demonstrada. Este é um método didático; não uma promessa de que bastidores sempre gerem mais alcance.

Evidência e contexto: Apple TV e Coinbase publicaram materiais que tornam escolhas de produção visíveis. A fala da CMO da Coinbase oferece um exemplo de interesse renovado pelos bastidores.

Transição: Primeiro, uma vinheta. Vejam sem procurar a resposta de como ela foi feita.

Apple TV e Coinbase publicaram materiais que tornam escolhas de produção visíveis. A fala da CMO da Coinbase oferece um exemplo de interesse renovado pelos bastidores.

Optical Arts · Apple TV ↗Catherine Ferdon sobre os bastidores de Your Way Out · Breaking and Entering Media ↗
Esse depoimento aconteceu?

Texto de apoio

Um avatar não experimentou o produto.

UGC vem de conteúdo gerado por usuários.

Notas e limites

Papel desta tela: Tornar concreto o cuidado com testemunhos e simulações.

O termo “UGC de IA” costuma ser usado comercialmente para uma estética que lembra conteúdo de usuário. Isso não transforma a simulação na experiência real de um consumidor.

Usar o exemplo hipotético de um avatar provando um hambúrguer: se pessoa, comida e reação foram geradas, não podemos apresentar aquilo como um testemunho real. Não acusar uma marca específica sem prova.

Um personagem pode fazer parte de uma peça de ficção ou demonstração. O cuidado é não inventar uma experiência pessoal, uma recomendação ou uma autoridade que o público tenha razão para entender como verdadeira.

Usar o hambúrguer como situação hipotética. Um personagem pode apresentar uma peça; não deve ganhar uma experiência pessoal inventada que o público interprete como real. Se mencionar UGC, explicar a sigla e distinguir a estética comercial de uma vivência de consumidor. A FTC é exemplo comparativo dos EUA, não base jurídica brasileira.

Evidência e contexto: A distinção relevante é entre personagem de ficção e testemunho apresentado como experiência verdadeira; CONAR sustenta essa separação e a FAQ da FTC a aplica expressamente a avatares nos EUA.

Transição: Com isso revisado, vamos pensar em como a peça chega às pessoas.

Atenção: Exemplo do hambúrguer deve ser marcado como hipotético.

Atenção: Evitar “UGC de IA é sempre ilegal” ou outra conclusão jurídica genérica.

EXTRA OPCIONAL · Yang Mun: personagem e autoridade

Se surgir uma pergunta sobre influenciadores sintéticos ou autoridade. Apresentar como personagem de IA, sem acusação não demonstrada.

Apresentar Yang Mun como personagem criado com IA por Shalev Hani, conforme a declaração do próprio criador e o estudo de caso da HeyGen. Usar o caso para discutir transparência, percepção de autoridade e o contexto em que as pessoas recebem uma mensagem. Não é necessário apresentar números de seguidores para fazer essa discussão.

A pergunta é o que o público consegue compreender e verificar, especialmente quando a figura remete a uma autoridade espiritual. Não presumir o que todas as pessoas sabem ou sentem ao acompanhar a conta.

Não chamar de fraude, não afirmar que o criador engana pessoas e não repetir números de seguidores, vendas ou relatos sobre outros perfis sem evidência primária suficiente.

A HeyGen declara mais de 2,5 milhões de seguidores no Instagram; é número de um estudo de caso comercial, sem auditoria independente e sem data editorial visível. Não utilizar como contagem atual. Não confundir Yang Mun com outro perfil de nome parecido.

Atenção: Usar a grafia Yang Mun.

Atenção: A transparência deve ser discutida sem acusação pessoal não demonstrada.

Não somar à agenda. Usar apenas como substituição de um aprofundamento equivalente ou resposta breve; manter 90 minutos no total.

A distinção relevante é entre personagem de ficção e testemunho apresentado como experiência verdadeira; CONAR sustenta essa separação e a FAQ da FTC a aplica expressamente a avatares nos EUA.

CONAR · Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária ↗FTC · The Consumer Reviews and Testimonials Rule: Questions and Answers ↗
A peça ficou pronta. E agora?

Texto de apoio

Como ela vai encontrar o público?

Notas e limites

Papel desta tela: Continuar o mesmo exemplo demonstrado até a distribuição, em vez de terminar na geração da peça.

Apoio conceitual para a demonstração da cafeteria fictícia. Jenner conduz as escolhas, explica o objetivo e revisa o resultado; a turma acompanha.

Não pedir produção em dupla, instalação, envio ou publicação. Não inventar dados reais do negócio.

Usar esta tela apenas se ajudar a esclarecer uma pergunta, por substituição ao roteiro previsto.

Transição: Começa escolhendo a pessoa que precisa ver esse conteúdo.

Atenção: Método de planejamento, sem previsão de audiência.

Government Functional Standard: GovS 011, Communications ↗
A ideia continua. O formato muda.

Texto de apoio

O que precisa mudar no canal escolhido?

Preserve a mensagem e a intenção.

Notas e limites

Papel desta tela: Aplicar os critérios visuais ao contexto de distribuição, sem obrigar um segundo projeto.

Apoio conceitual para a demonstração da cafeteria fictícia. Jenner conduz as escolhas, explica o objetivo e revisa o resultado; a turma acompanha.

Não pedir produção em dupla, instalação, envio ou publicação. Não inventar dados reais do negócio.

Usar esta tela apenas se ajudar a esclarecer uma pergunta, por substituição ao roteiro previsto.

Transição: Depois de chegar, o que faz essa relação continuar?

Atenção: Não importar especificações antigas do manual. O documento contém conselhos de plataformas que podem estar desatualizados.

Social media playbook ↗
Comunidade se constrói na troca.

Texto de apoio

O que faz alguém participar?

O que faz alguém voltar?

Notas e limites

Papel desta tela: Ampliar a ideia de distribuição para relação, confiança e continuidade.

Uma comunidade é mais do que um lugar para despejar publicações. A troca, a continuidade, a utilidade e a relação entre as pessoas podem criar valor.

Conectar com a experiência da Criativos do Futuro e com a proposta do Creative Club, sem inventar histórias de membros ou resultados. Dizer o que efetivamente acontece: interação, aprendizado e oportunidades, conforme os relatos de Jenner.

Mostrar o processo, responder perguntas, apresentar evidências reais e cumprir o que promete ajuda a sustentar confiança. Nenhuma dessas ações garante conversão sozinha.

Pergunte que dúvida, trabalho ou experiência as pessoas poderiam trazer e discutir. A continuidade depende do que acontece entre participantes; o nome do grupo não demonstra isso.

Evidência e contexto: Wenger-Trayner descreve aprendizagem em torno de um domínio comum, relações recorrentes e prática compartilhada.

Transição: E como essa relação pode conversar com uma proposta de negócio?

Atenção: O referencial não comprova participação, confiança, retenção ou resultados do Creative Club.

Wenger-Trayner descreve aprendizagem em torno de um domínio comum, relações recorrentes e prática compartilhada.

Communities of practice: a brief introduction ↗
Viralizou. Mas como vira negócio?

Texto de apoio

Uma oferta que faça sentido.

Um jeito claro de comprar.

Um motivo pra voltar.

Notas e limites

Papel desta tela: Distinguir atenção de receita de maneira breve e aplicada.

Alcance e receita não são a mesma coisa. Uma ideia precisa encontrar público, proposta de valor e uma forma adequada de participar, comprar ou continuar a relação.

Aplicar ao trabalho real das pessoas sem inventar resultado para o exemplo fictício. Não abrir uma aula de métricas, tráfego ou LTV na rota principal.

Marketing, comunidade, venda e experiência não desaparecem porque a peça ficou mais fácil de produzir.

Uma peça pode ser vista e ainda não produzir compra. Aqui discutimos oferta e próximo passo, sem inventar taxa de conversão. Views também não deve ser usado como sinônimo de alcance.

Evidência e contexto: No Google Analytics, visualizações e receita total medem coisas diferentes. Alcance, definido pelo GovS 011, conta pessoas atingidas.

Transição: Antes de encerrar, vamos voltar às duas peças que abriram a oficina.

Atenção: As definições não mostram relação causal. Receita em relatórios depende de coleta adequada; ausência de dado não prova ausência de venda.

EXTRA OPCIONAL · LTV e métricas de negócio

Somente se houver pergunta relacionada a um negócio concreto.

Viralizar e monetizar são desafios relacionados, mas diferentes. A oferta precisa fazer sentido, ser acessível ao público certo e entregar o que promete.

Se surgir LTV, explicar de forma simples como o valor gerado pela relação com um cliente ao longo do tempo, deixando claro que o cálculo depende do negócio. Retenção, recompra e comunidade podem importar; não são fórmulas universais.

Aplicar IA a um funil não garante vencer concorrentes. Usar como apoio para pesquisar, testar hipóteses e melhorar a experiência, com dados e revisão.

Atenção: Não atribuir resultado financeiro ao exemplo didático.

Não somar à agenda. Usar apenas como substituição de um aprofundamento equivalente ou resposta breve; manter 90 minutos no total.

No Google Analytics, visualizações e receita total medem coisas diferentes. Alcance, definido pelo GovS 011, conta pessoas atingidas.

Firebase overview report ↗Government Functional Standard: GovS 011, Communications ↗
Qual das duas você escolheria?

Texto de apoio

O mesmo briefing. A mesma mensagem.

Jenner compara as decisões visuais.

Notas e limites

Papel desta tela: Comparação visual opcional, fora da rota principal.

Estudo didático anterior de cartaz, preservado como comparação visual opcional. Jenner explica as escolhas; não há exercício da turma.

Evento fictício e sem resultado comercial medido. Usar somente por substituição, sem ampliar o roteiro de 90 minutos.

Evidência e contexto: Estudo didático fictício; sem votação, exercício ou resultado medido.

Transição: Agora vamos olhar para o que mudou entre as peças e para o papel da ferramenta nisso.

Estudo didático fictício; sem votação, exercício ou resultado medido.

Seu critério mudou?

Texto de apoio

O mesmo briefing. A mesma mensagem.

Jenner compara as decisões visuais.

Notas e limites

Papel desta tela: Comparação visual opcional, fora da rota principal.

Estudo didático anterior de cartaz, preservado como comparação visual opcional. Jenner explica as escolhas; não há exercício da turma.

Evento fictício e sem resultado comercial medido. Usar somente por substituição, sem ampliar o roteiro de 90 minutos.

Evidência e contexto: Estudo didático fictício; sem votação, exercício ou resultado medido.

Transição: É esse jeito de olhar que você pode levar para o próximo trabalho.

Atenção: Não chamar o voto da turma de experimento A/B nem de prova de ganho de aprendizagem. Não reproduzir o material gráfico licenciado do Project Zero.

Estudo didático fictício; sem votação, exercício ou resultado medido.

I Used to Think... Now I Think... ↗
O que estamos olhando?

Texto de apoio

Clareza: A ideia aparece nas cenas?

Ritmo: Cada cena faz o conteúdo avançar?

Coerência: A abertura promete o que mostramos?

Notas e limites

Critérios de clareza, ritmo e coerência aplicados à cena fictícia da cafeteria. Jenner explica cada decisão; a turma acompanha.

Understanding SC 1.4.3 Contrast (Minimum), WCAG 2.2 ↗Typography: Overview ↗
EXEMPLO VISUAL

Abrir exemplo original ↗

Imagem do material de referência. O link externo pode exigir acesso à plataforma.